quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dois aviões e um UFO em pleno ar


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

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15 anos a turística cidade argentina de San Carlos de Bariloche recebeu visitantes um pouco diferentes daqueles com os quais está acostumada. O município de pouco mais de 130 mil habitantes, famoso por ser o destino favorito para amantes dos esportes da neve e estudantes em ano de graduação, viveu na noite de 31 de julho de 1995 um episódio muito significativo da casuística ufológica do país vizinho, combinando diversos aspectos que tornam seu estudo fascinante. Para este caso em particular os pesquisadores puderam contar com documentos oficiais provenientes de órgãos civis e militares que corroboram a veracidade dos fatos registrados naquela noite, descartando a possibilidade de uma interpretação equivocada por parte das testemunhas e investigadores. Além dos documentos, os próprios observadores do fenômeno, suas qualificações profissionais e sua distribuição geográfica pela área aumentam ainda mais a credibilidade do evento ufológico.

A pesquisa inicial e a incansável busca pelos documentos junto às instituições civis e militares na Argentina se devem ao trabalho do pesquisador e fundador do Centro Argentino para la Investigación y Refutación de la Pseudociencia [Centro Argentino de Pesquisa e Refutação da Pseudociência, CAIRP], Heriberto Janosch. Este texto tenta oferecer ao leitor uma visão dos fatos sob a óptica das testemunhas e à medida que os fatos ocorreram. Os depoimentos considerados
são os do comandante Jorge Polanco, piloto do Boeing 727 da companhia Aerolíneas Argentinas, do suboficial principal Daniel García, que desempenhava o papel de oficial de operações do Aeroporto Internacional de Bariloche, para onde se dirigia a aeronave, do suboficial auxiliar Ramón Blanco, que estava na torre como controlador de tráfego aéreo naquela noite, e do suboficial principal Nicolás Araya, que também estava presente como observador meteorológico.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Os gigantes vermelhos






A noite de 22 de junho de 1976 foi espetacular para várias testemunhas de um evento no arquipélago das Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Um documento liberado pelo Exército do Ar espanhol [Equivalente à Aeronáutica Brasileira], em outubro de 1993, com o número 760.622 e mais de 100 páginas, descreve os vários eventos anômalos sobre Gáldar, que se sucederam desde às 21h30. De diversos pontos das ilhas se pôde observar uma luz estranha seguida de muito brilho, sempre alternando sua intensidade. Aquilo surgiu primeiro ao sul de Fuerteventura e se deslocou para o norte de Gran Canária e Tenerife a uma velocidade de quase 3.000 km/h. O capitão da embarcação Corveta Atrevida, da Marinha, preparou um relatório secreto sobre o fato, que observou de sua posição, Punta Lantailla:

“Às 21h27 vimos uma luz amarelo-azulada intensa deslocando-se desde a costa até a nossa posição. Primeiramente pensamos que se tratasse de um avião com as luzes de aterrissagem acesas. Então, quando a luz alcançou certa altitude, ficou parada por dois minutos, girando suas p
rojeções luminosas e impedindo-nos de ver o foco de origem. Logo apareceu um intenso halo de cor amarelo-azulada, que permaneceu na mesma posição por 40 minutos e depois desapareceu. Dois minutos depois, o halo se dividiu em duas partes, de uma das quais, a menor, surgiu uma ‘nuvem azul’ que depois desintegrou-se. Já a parte maior começou a subir rapidamente e em forma de espiral, mas de uma forma desalinhada, até desaparecer. Aquilo manteve sempre sua posição e iluminou parte da terra e do mar, o que nos faz supor que não foi um fenômeno distante, e sim próximo”.

Vários pesquisadores apontaram, posteriormente, que a aparição estaria associada a disparos secretos de mísseis norte-americanos do tipo Poseidon, a partir de submarinos atômicos que estariam situados perto das ilhas. Entretanto, de acordo com a ufóloga Asunción Sarais, alguns catálogos divulgados pelo astrofísico Jonathan MacDowell indicam que naquele dia realmente houve disparos de Poseidon, mas a mais de 6 mil quilômetros de distância, perto de Cabo Canaveral e fora do alcance das Canárias. Além disso, no relatório confidencial do então chefe do espaço aéreo das ilhas, o objeto não pôde ser detectado por radares e “não foi possível determinar sua origem ou natureza para que julguemos ser um fenômeno aéreo identificado ou anômalo”. Segundo Luís Javier Velasco, outro ufólogo da região, também se descartaram hipóteses como a queda de meteoritos ou de restos de satélites. “E é pouco provável que se tratem de mísseis balísticos, por serem tão pequenos e cuja missão é chegar ao alvo o mais rápido possível, procurando ser indetectáveis. De que adianta um submarino nuclear numa suposta missão secreta, se com apenas um míssil já se detecta sua presença em todo arquipélago?”, questionou Velasco.

Os gigantes vermelhos

Naquela mesma noite, três homens viajavam de táxi por uma sinuosa e escura estrada da Aldeia das Rosas, em Gáldar, quando tiveram uma experiência. No carro estavam o médico Francisco Julio Padrón, seu vizinho Dámaso Díaz Mendoza e o motorista Francisco Estévez García. Padrón, que agora vive em Madri, recentemente descreveu o que houve. Disse que o grupo ia pela estrada, na parte mais alta da montanha, quando todos viram uma esfera de mais ou menos 20 m de diâmetro flutuando a menos de um metro de altura. O curioso é que era transparente, porque conseguiam ver as estrelas por detrás do objeto. “Eu disse ao motorista para parar o carro e começamos a observar tudo o que acontecia no interior daquela coisa”.

Padrón descreveu que, de repente, começaram a sair duas colunas de dentro da esfera. Uma se enchia de um líquido ou gás vermelho, que parecia que fervia e atravessava todo o diâmetro do objeto. Depois saiu uma coluna menor, mas agora com um líquido amarelado, fraco, enchendo-a somente pela metade. Mas observou mais detalhes que estavam dentro da esfera transparente. “Percebi umas lâminas prateadas, longas e divididas em três partes, que pareciam mesas de comando. Tenho certeza de que eram três: duas situadas uma ao lado da outra e uma terceira ao centro. Vi também que entre as colunas haviam duas figuras humanas, de uns 2 m cada, com escafandros vermelhos. Não pude observar bem seus rostos, mas parecia que calçavam luvas”.

Depois de alguns instantes, quando se ausentaram e voltaram ao local, o objeto sofreu uma estranha metamorfose, crescendo como uma bolha de sabão até alcançar a altura de um edifício de mais ou menos 17 andares. Ao mesmo tempo em que crescia, a esfera transparente se elevava mais e mais, partindo rumo a Tenerife. A 6 km de distância, outro taxista presenciou o vôo de um objeto esférico muito luminoso.

Seres humanóides

Dois dias após o incidente, o médico Francisco Padrón recebeu uma visita incomum do tenente-coronel Antonio Munaíz Ferro Sastre, controlador do espaço aéreo da Ilhas Canárias, que lhe interrogou sobre o que tinha visto. O militar então o proibiu de falar sobre o assunto publicamente. Padrón teve que comparecer às instalações do Exército do Ar, em Las Palmas. Numa sala de espera, encontrou dois pilotos que também tiveram que depor sobre suas experiências.

Para o investigador e jornalista canário José Gregorio Gonzalez, o Caso Gáldar é um dos mais importantes da Ufologia Espanhola, pois pela primeira vez foram vistos humanóides como parte de um fenômeno múltiplo, e a uma distância pequena das testemunhas. As entrevistas realizadas com diversas pessoas que vivem na área de Rosas confirmam o avistamento, levando a desconsiderar por completo a hipótese de um míssil lançado por um submarino nuclear. É possível que, na mesma noite em que o médico viu os seres, outro UFO tenha aparecido há menos de 2 km de distância, em Piso Firme, numa plantação de cebolas de propriedade de José Gil Gonzalez. O objeto queimou parte do campo. “Era um objeto de três pernas se aproximando, que parecia ser um silo de cimento, destes que se armazenam sementes, uma coisa muito grande com uma luz alaranjada”, contou o agricultor.

Também entre 22h00 e 22h30, em um casamento em Boca Barranco se observou uma luz no céu deixando para trás um rastro azulado. A polícia da localidade avistou um objeto cruzando o firmamento e indo para Tenerife. Na mesma hora, jornalistas correspondentes do jornal El Dia em Granadilla e Tacoronte observavam um fenômeno sobre Las Palmas. Eram brilhos que pareciam com explosões vulcânicas. Os tripulantes do barco Villa de Agaete, procedente de Gran Canária, avistaram um fenômeno idêntico, acrescentando que parecia ser um objeto esférico. À medida que subia, seu diâmetro crescia, mas logo desapareceu.

Ainda em 22 de julho de 1976, o comandante Javier Vadolato voava entre Lanzarote e Tenerife, naquela região do globo, quando pôde observar abaixo de seu avião uma enorme esfera saindo do mar. Seu testemunho, entretanto ficou desconhecido do público por anos a fio. Alguns meses depois das aparições de 22 de junho de 1976, em 19 de novembro, o médico Francisco Padrón, juntamente com outras pessoas, observou outro UFO perto de um precipício. Foi um objeto luminoso que saiu do mar e que media entre 60 e 70 m. O fenômeno também foi observado por várias testemunhas. Em pleno ar, diversas tripulações de várias companhias aéreas e uma aeronave do Exército do Ar espanhol também avistaram objetos voadores não identificados. Em uma das aeronaves estava o comandante Carlos Dol do Espelho, que fez um relatório sobre o avistamento, descrevendo
o UFO como uma esfera luminosa.





sábado, 28 de agosto de 2010

Homem acorda em alto de pedra



Fato estranhíssimo publicado em 08/11/08 por A Gazeta, e que certamente cairá no limbo da navalha de Ockam:

Um mistério está intrigando os moradores da localidade de Córrego Bananalzinho, na área rural do município de Rio Bananal. O pedreiro Odair José Berti, de 35 anos, não sabe como foi parar em uma pedra de cerca de 300 metros de altura, onde permaneceu por cerca de 17 horas. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma operação arriscada, que durou 12 horas, e terminou na madrugada de ontem.

Mesmo para
os experientes bombeiros que estiveram no local, como os sargentos José Ailton e Caldeira, o fato não tem uma explicação lógica. Segundo eles, o acesso ao topo da pedra é extremamente difícil, até mesmo com o uso de equipamentos.

Os moradores da região asseguram que seria praticamente impossível subir na pedra sem recursos técnicos para fazer a escalada. "Só Deus sabe como ele foi parar lá", comentou o motoboy Claudecir Berti, sobrinho do pedreiro.

O próprio Odair estava assustado com a situação. Ele reside no município de Colatina e decidiu passear na casa de um irmão, que reside em Córrego Bananalzinho, onde chegou na tarde de quarta-feira. Como estava muito cansado, conforme contou para familiares, ele dormiu cedo. No dia seguinte, quando acordou, ainda de acordo com seu relato, tomou o maior susto ao perceber que estava no alto de uma pedra. Desesperado, começou a gritar acenando com a camisa, até que um morador da região o viu.

Quando foi resgatado o pedreiro estava usando bermuda, camisa e chinelo e, segundo os bombeiros, não tinha nenhum arranhão no corpo. Aparentava, entretanto, estado de saúde debilitado, pois estava com sede e fome. Ele foi atendido no posto médico local e depois liberado.

A operação de resgate envolveu uma equipe de quatro bombeiros. Eles foram acionados por volta das 13h40. Quando perceberam a gravidade da situação, já no final da tarde, cogitaram usar o helicóptero do governo do Estado. Entretanto, como a aeronave não opera durante a noite, decidiram escalar a pedra usando técnicas de rapel. Com a ajuda de moradores da região, levaram mais de uma hora para chegar até o ponto mais adequado à escalada. A operação terminou por volta de uma hora. Na descida, dois bombeiros se perderam e só conseguiram sair da área com ajuda dos moradores. Na escalada, o sargento José Ailton sofreu vários ferimentos nos pés.

Familiares do pedreiro asseguraram que ele não tem problemas mentais. Odair é separado da mulher e reside com a mãe.


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

UFOs/Ovnis na Bíblia




Povos antigos já registravam seus avistamentos. Para muitos não passam de manifestações divinas, para outros está claro que a verdade não é essa. Confira!

Gênesis 6:1,2
1- E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas.
2- Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de tidas as que escolheram.

II Reis 2: 1,11
1- Sucedeu que, quando o senhor estava para elevar a Elias num redemoinho ao céu, Elias partiu de Gigal com Eliseu.
11- E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.

Ezequiel 1:14,15,16,17,18,19,20
14- E os seres viventes corriam, e voltavam, á semelhança de um clarão de relâmpago.
15- E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos
16- O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.
17- Andando elas, andavam pelos seus quatro lados; não se viravam quando andavam.
18- E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.
19- E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevam-se também as rodas.
20- Para onde o espírito queria ir, eles iam; para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.
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